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Primeiro Spa Boutique Materno do Brasil terá programação especial no próximo dia 26

O Du Temps Pour Moi, localizado no Recreio dos Bandeirantes, terá uma programação especial no dia próximo dia 26, das 14h às 17h

 

Os destaques dessa data serão práticas de autocuidado focadas em relaxamento, alívio do cansaço e equilíbrio corporal, com presenças confirmadas de especialistas convidadas.

 

Como o primeiro Spa Boutique Materno do Brasil, o espaço oferece um diferencial único: acolhimento especializado para crianças, permitindo que as mães relaxem enquanto seus filhos participam de atividades personalizadas sob supervisão.

 

O que esperar no dia:

 

• Práticas para descompressão e bem-estar

• Um bate-papo sobre como alinhar corpo, mente e imagem

  • • Meditação e respiração guiada com óleos essenciais no tapete de yoga
  • • Massagens de colo, cervical, face e couro cabeludo
  • • Ritual de descanso para as pernas
  • • Aromaterapia
  • • Design de sobrancelhas
  • • Coffee break

 

  • Acolhimento infantil

Enquanto você se cuida, a criança é acolhida em um espaço seguro com monitoramento por câmera opcional.

 

Como participar?

O evento é aberto ao público, mas o agendamento prévio é recomendado para garantir sua vaga.

 

Local

Rua Senador Ruy Carneiro, 180 – Loja A, Recreio dos Bandeirantes.

 

Agendamento

Pode ser feito via direct no @dutempspourmoi.br ou pelo WhatsApp (21) 99603-8866.

 

 

Quem são as especialistas convidadas?

 

@larissarodriguess – Consultora de imagem e posicionamento, ajudando mulheres a fortalecer em sua presença e conquistar em novas oportunidades.

 

@betateixeira_ – Terapeuta de coach, especialista em autoestima feminina e comunicação autêntica.

 

@silviaspinellicg – Personal trainer,  instrutora de meditação, yoga e analista corporal, há 30 anos atuando no desenvolvimento humano.

 

Você gostaria de saber mais detalhes sobre os valores dos pacotes ou sobre como funciona o espaço kids?

 

Entre em contato!

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Psicóloga Isabelle Batista: a importância do acolhimento

Isabelle Batista é psicóloga, formada pela PUC-Rio, com interesse especial no universo infantojuvenil e nos contextos que o atravessam: a escola e a família

 

Para ela, embora algumas pessoas consigam cuidar de si sozinhas, o cuidado não precisa ser um processo solitário. Todos precisam de uma rede de apoio — e o processo psicoterapêutico pode ser um caminho importante para fortalecer vínculos e, muitas vezes, construir novas formas de relação consigo e com o outro.

 

Na clínica, Isabelle já teve a oportunidade de acolher adolescentes, adultos, famílias, casais e crianças.

 

“Ao longo dessa experiência, compreendi que um dos aspectos mais significativos do trabalho terapêutico é acompanhar de perto a forma singular como cada pessoa encontra a própria maneira de existir no mundo.”

 

É nesse espaço de escuta que, junto ao paciente, busca abrir caminhos para novos modos de expressão e para que cada um possa se ouvir com mais clareza.

 

No ambiente escolar, aprendeu a trabalhar com a intensidade e a vitalidade próprias da infância. Como mediadora escolar e auxiliar de turma, ocupou um lugar privilegiado de escuta e observação dos processos infantis — processos densos, mas que, com acolhimento e acompanhamento especializado, favorecem o desenvolvimento de sujeitos mais conscientes de si e do outro.

 

Sua inspiração, tanto pessoal quanto profissional, é pensar no impacto desses encontros, dos quais ela acredita que ninguém sai ileso. Atualmente, Isabelle realiza atendimentos clínicos para adolescentes e adultos e também atua com mediação e psicologia escolar.

 

Com ética, compromisso, técnica e humanidade, acredita que o trabalho psicológico pode abrir espaço para transformações importantes e necessárias — e é nesse movimento que reside a força da psicologia.

 

“Transformações exigem coragem, algo que só pode emergir quando há tempo e espaço para que o processo aconteça” , comenta Isabelle.

 

Para acompanhar o trabalho dela, siga o perfil no Instagram: @psi.isabellebatista ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98195-1278.

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Autocobrança na maternidade: o preço silencioso de ter que dar conta de tudo

Existe uma ideia que atravessa a maternidade contemporânea de forma quase invisível, mas extremamente potente: a de que a mãe precisa dar conta de tudo, e dar conta bem

 

Não é só cuidar. É cuidar com presença, com paciência, com leveza, com consistência emocional. É estar disponível, mas também produtiva. É educar, trabalhar, amar, organizar, nutrir, acompanhar… sem falhar. E, se possível, fazendo tudo isso com um sorriso no rosto. O problema é que essa conta não fecha.

 

Na clínica, isso aparece de forma recorrente. Mulheres exaustas, mas que não se permitem reconhecer o próprio cansaço. Mães que chegam dizendo: “eu sei que não posso reclamar”, “tem gente em situação pior”, “eu escolhi isso”. Como se o sofrimento precisasse de autorização moral para existir.

 

A autocobrança na maternidade não nasce do nada. Ela é construída socialmente. Vivemos uma época que reforça ideais quase inalcançáveis: a mãe que trabalha como se não tivesse filhos e cria filhos como se não trabalhasse. Esse padrão não é humano é idealizado.

 

Do ponto de vista psicológico, essa dinâmica costuma gerar um estado constante de inadequação. Porque, inevitavelmente, em algum lugar, a mãe sente que está falhando. E isso alimenta um ciclo: quanto mais ela sente que não está sendo suficiente, mais ela se cobra. E quanto mais se cobra, mais distante fica de qualquer sensação real de suficiência.

 

Existe também um ponto importante que muitas vezes passa despercebido: a dificuldade de sustentar limites internos. A maternidade convoca entrega, mas não deveria exigir anulação. Winnicott, um pediatra e psicanalista inglês, já apontava que a “mãe suficientemente boa” não é a que acerta sempre, mas é aquela que cuida, falha, repara e, nesse processo, permite que o filho se desenvolva e se torne quem é.

 

Já acompanhei pacientes que, mesmo extremamente sobrecarregados, não conseguiam delegar tarefas simples. Não por falta de ajuda, mas por uma crença rígida de que “se não for eu, não vai ser bem feito”. Isso não é sobre controle, é sobre valor pessoal atrelado ao desempenho.

 

E aqui entra uma reflexão fundamental: quando o valor de uma mãe passa a depender do quanto ela consegue dar conta, qualquer limite passa a ser vivido como fracasso. E a consequência disso é silenciosa, mas profunda. A mulher começa a se desconectar de si. Perde a referência do próprio limite, da própria necessidade, do próprio tempo.

 

E, muitas vezes, só se percebe quando o corpo ou a mente começam a dar sinais mais claros: ansiedade, irritabilidade, culpa constante, sensação de estar sempre atrasada na própria vida.

É importante dizer: a maternidade não precisa ser vivida nesse lugar de exaustão permanente para ser válida. Existe um caminho mais saudável, que passa por reconhecer que dar conta de tudo não é um indicador de competência, é, muitas vezes, um sinal de sobrecarga.

 

Passa também por aceitar que falhas existem, que cansaço é legítimo e que pedir ajuda não diminui ninguém.

Talvez o ponto central seja esse: sair da lógica da perfeição e entrar na lógica do possível. Porque filhos não precisam de mães perfeitas. Precisam de mães reais. E uma mãe real é aquela que, inclusive, reconhece seus próprios limites, e, ao fazer isso, ensina algo muito mais valioso do que qualquer ideal de desempenho: ensina humanidade.

 

Michele Silveira é Psicóloga (CRP 05/26445), mestre em Psicologia pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), Logoterapeuta, especialista em transtornos de ansiedade e autora do livro “Ansiedade do Nosso Tempo: do Mecanismo de Sobrevivência ao Adoecimento Silencioso”.

 

Ao longo de mais de 25 anos, construiu um olhar próprio sobre a ansiedade na contemporaneidade, desenvolvendo, assim, um modelo de compreensão clínica denominado “Ansiedade Pré-Conquista”. Atende em sua clínica, no Vogue Square, Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

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Live Home Care: fisioterapia domiciliar humanizada de qualidade

Duas fisioterapeutas, Tamires Sessa e Bruna Cunha, amigas e apaixonadas pelo cuidado ao próximo, fundaram a Live Home Care em 2021 após perceberem a dificuldade de encontrar um serviço de fisioterapia domiciliar sério, humanizado e de qualidade.

 

Com mais de 20 anos de experiência, criaram uma empresa voltada para oferecer atendimento personalizado no conforto de casa, proporcionando mais praticidade, segurança e atenção individualizada aos pacientes.

 

A fisioterapia domiciliar é ideal para idosos, pacientes em recuperação pós-cirúrgica, pessoas com dificuldade de locomoção ou que buscam um cuidado mais próximo e eficiente.

 

A Live Home Care conta com uma equipe especializada para atender todo o Rio de Janeiro, sempre priorizando bem-estar, recuperação funcional, alívio das dores e qualidade de vida.

 

Agende uma avaliação pelo Instagram ou WhatsApp: (21) 97140-9262.

Sigam:

 

@livehomecarerj

@tamiressessa_fisio

@brunacunha_fisio

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Acupuntura ajuda a aliviar as dores. Conheça a especialista Bruna Cunha, sócia da Live Home Care

A acupuntura é uma técnica utilizada para aliviar dores, acelerar a recuperação muscular e melhorar a qualidade de vida. Integrada ao tratamento fisioterapêutico, ela estimula pontos específicos do corpo para promover equilíbrio, relaxamento e redução de sintomas físicos e emocionais.

 

A técnica utiliza agulhas muito finas aplicadas em pontos estratégicos do corpo, com objetivo de melhorar a circulação de energia e liberar substâncias naturais, como endorfina e serotonina, responsáveis pelo bem-estar e alívio da dor.

 

Durante a sessão, o fisioterapeuta avalia o paciente e define os pontos ideais para aplicação das agulhas, que permanecem por alguns minutos de forma praticamente indolor.

 

Benefícios da acupuntura:

 

• Redução dores musculares e articulares;

• Relaxamento muscular;

• Auxilia na recuperação de lesões;

• Reduz ansiedade e estresse.
– melhora do sono e bem estar

 

Ela pode ser indicada para casos como dor lombar, cervicalgia, tendinite, hérnia de disco, fibromialgia, enxaquecas, lesões esportivas e dores crônicas. Muitos pacientes relatam relaxamento durante e após a sessão.

 

A quantidade de sessões varia conforme cada caso, mas muitos pacientes percebem melhora já nas primeiras aplicações. A acupuntura na fisioterapia é uma opção segura, natural e eficaz para auxiliar no tratamento da dor e na recuperação funcional do corpo.

 

Quer saber mais? Nosso atendimento é domiciliar. Entre em contato pelo Instagram ou WhatsApp: (21) 97140-9262.

 

• Bruna Cunha, fisioterapeuta osteopata com 23 anos de experiência clínica, sócia na Live Home Care.

Sigam: @brunacunha_fisio / @livehomecare

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Alessandra Barros: a trajetória de resiliência por trás da genial medical

Empreender no setor da saúde exige mais do que conhecimento técnico: pede visão estratégica, sensibilidade humana e capacidade de adaptação

 

Há 14 anos, Alessandra da Silva Barros construiu sua trajetória à frente da Genial Medical, enfrentando desafios financeiros, aprendendo com cada obstáculo e transformando dificuldades em oportunidades de crescimento.

 

Ao longo dessa jornada, a empreendedora entendeu que atenção aos detalhes, inovação constante e sobretudo resiliência são pilares indispensáveis para quem deseja prosperar. Para Alessandra, desistir nunca foi uma opção. A paciência e a persistência tornaram-se aliadas na consolidação de um negócio que hoje contribui diretamente para o fortalecimento financeiro de médicos, clínicas e consultórios.

 

“O que me move diariamente é a certeza de que meu trabalho transforma realidades e gera impacto positivo na vida das pessoas”, explica.

 

Como prestadora de serviços especializada em soluções financeiras para a área da saúde, a Genial Medical atua na melhoria da gestão financeira e na redução de perdas, oferecendo estratégias personalizadas que proporcionam mais segurança e eficiência. À frente da equipe, Alessandra se destaca por uma gestão humanizada, que prioriza o bem-estar dos colaboradores e um ambiente de trabalho saudável.

 

Para acompanhar o trabalho da Genial Medical e conhecer mais sobre a atuação de Alessandra, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98050-2953 ou siga os perfis no Instagram: @genialmedical e LinkedIn: genialmedical.

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Será que estamos prontas para o retorno da pelúcia nos looks?

Pelo, pelo e mais pelos; tendência fez sucesso nas passarelas e finalmente está chegando às ruas

 

As grandes marcas de luxo já se manifestaram, alertando nas últimas coleções que seremos transformados em bichos de pelúcia nesta temporada. Temos muitas provas: os casacos estruturados e maximalistas de Alexander McQueen, os casacos Yeti de Alaïa, também com lapelas maxi que cativam completamente.

 

Mais casacos de pele na Coperni, os conjuntos de duas peças peludas e as estolas de pele drapeadas sobre os ombros da Schiaparelli. Os cachecóis, estolas e ponchos de Marni (todos tamanho GG). Os boleros com ombreiras da Miu Miu. Mais peles e mais casacos na Valentino. Os tops e saias de Simone Rocha.

 

Mais: a jaqueta biker de Chloé. E todos os tipos de detalhes, das mangas aos acabamentos e golas, em diferentes tipos de peças. Os vestidos e bodies no desfile da Acne Studios. Até Demna incluiu essa tendência na Balenciaga, dos capuzes e moletons peludos ao impressionante casaco vermelho longo que poderia ter desfilado em qualquer tapete vermelho.

 

Tudo isso deixou bem claro que veremos os pelinhos. Então, está confirmado: a textura estrela das próximas temporadas será a pele. Ou melhor, qualquer coisa que evoque maciez, calor e um toque de felpa. O detalhe que faltava para definir isso como uma das verdadeiras tendências que chegam às ruas, mais pé no chão, foi visto no catálogo da flagship store da Inditex (Ou seja, a Zara), onde agora você pode comprar vários casacos de pele como aqueles de vison usados ​​pelas avós de antigamente, suéteres de tricô que imitam o efeito pele, até sandálias e sapatilhas revestidas do mesmo material, ou peças com golas de pele.

 

E os especialistas em estilo confirmaram isso durante seus passeios de street style naquela mesma temporada. Todos esses looks sugerem que nos vestiremos como se estivéssemos saindo de um conto de fadas. Ou como um ursinho de pelúcia, mas com muita atitude. Como esquecer Georgina Rodríguez no desfile da Valentino com aquele casaco longo, justo, trespassado e de inspiração retrô, com gola, bainha e punhos de pele, dando-lhe o ar luxuoso tão característico dos casacos dos anos setenta? Ou Alexa Chung no mesmo desfile usando um casaco mais curto e boêmio.

 

E sejamos francas: o retorno das peças peludas não é novidade, mas sim uma nova interpretação. Desta vez, vem de uma perspectiva mais urbana, com foco em peles artificiais e peças onde tradicionalmente não víamos esse material. Mais uma prova de que as novas peças peludas brincam com o contraste. Estamos falando de volume, estrutura, mas também de maciez. Um gesto dramático que já era esperado há muito tempo, depois de várias temporadas dominadas pela praticidade e pelo minimalismo, porque não podemos negar que quando um casaco parece um cobertor (elegante), sonhamos em não tirá-lo. Um pouco do glamour e do estilo mafioso que vimos em Rosalía ou Kim Kardashian.

 

Fonte: Glamour México

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Por que a gengiva inflama durante a gravidez? O guia completo para gestantes

A gestação é um momento de grande transformação física, emocional e hormonal.

 

E entre tantas mudanças, a boca também vive um capítulo importante — embora muitas mulheres só percebam isso quando a gengiva começa a sangrar, inchar ou ficar mais sensível durante a escovação. Essa inflamação é comum e tem nome: gengivite gravídica. Ela acontece porque os hormônios da gravidez tornam a resposta inflamatória da gengiva mais intensa, mesmo diante de pequenas quantidades de placa bacteriana.

 

O estrogênio e a progesterona, que aumentam bastante durante a gestação, deixam a gengiva mais vascularizada e reativa. Isso significa que algo que antes não causava incômodo pode agora desencadear vermelhidão, sensibilidade e sangramento. Mas é importante deixar claro: sangrar nunca é normal. É sempre um sinal de que há inflamação — e inflamação na gestante precisa de atenção redobrada.

 

Além da desconfortável gengivite, há outro ponto crucial: a saúde bucal da mãe influencia diretamente a saúde do bebê. Estudos mostram que a doença periodontal está associada ao risco aumentado de parto prematuro, baixo peso ao nascer e complicações gestacionais. Isso não significa que a gengivite simples vá causar esses problemas, mas reforça a importância do acompanhamento odontológico durante o pré-natal.

 

Outro fator que pode piorar a inflamação é o enjoo. Muitas gestantes vomitam com frequência no início da gravidez, e o contato do ácido gástrico com os dentes aumenta o risco de erosão e sensibilidade. A mudança na alimentação — maior ingestão de carboidratos simples, refeições mais frequentes e a tendência a beliscar — também favorece o acúmulo de placa bacteriana.

 

A boa notícia é que tudo isso pode ser controlado com orientação correta, higiene adequada, limpezas profissionais e acompanhamento regular. Na maioria das vezes, não há necessidade de tratamento complexo; o segredo está em manter a gengiva saudável e evitar que a inflamação evolua.

 

A gestação é um período único, cheio de emoções e expectativas. Cuidar da boca faz parte do cuidado com o bem-estar da mãe e com o desenvolvimento saudável do bebê. Com atenção, carinho e prevenção, é possível viver esse momento com saúde e segurança.

 

* Dra. Bárbara Galdeano é cirurgiã-dentista com mais de 20 anos de experiência clínica. Fundadora da Galdeano Odontologia & Saúde, é idealizadora do Programa ECOA, um modelo de atenção odontológica focado na prevenção, acolhimento e educação do paciente.

 

Reconhecida por sua atuação ética, humanizada e atualizada com as inovações da odontologia digital, acredita que a saúde bucal é parte essencial da saúde geral e deve ser promovida com proximidade, escuta e propósito.

 

Para conhecer você pode ligar para o Whatsapp: (21) 98135-0401

Acessar o Instagram: https://www.instagram.com/galdeanoodontologia ou o site www.galdeanoodontologia.com.br