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A cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos alerta para os sinais da doença e destaca papel da informação e do acompanhamento odontológico preventivo
O mês de maio chama atenção para um tema fundamental de saúde pública: a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer bucal. A campanha Maio Vermelho busca conscientizar a população sobre os sinais da doença, fatores de risco e a importância do acompanhamento odontológico regular como forma de ampliar as chances de cura e preservar a qualidade de vida.
O câncer bucal pode atingir diferentes regiões da cavidade oral, como língua, gengiva, lábios, céu da boca, bochechas e assoalho bucal. Entre os principais fatores de risco, estão o tabagismo, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas, a exposição solar sem proteção nos lábios, a infecção por HPV, além da má higiene bucal e da ausência de consultas preventivas.
Segundo a cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos, diretora do Centro de Reabilitação Rabello (CORR), no Rio de Janeiro, a informação é uma das principais ferramentas no combate à doença.
“Infelizmente, o câncer bucal ainda é diagnosticado, muitas vezes, em estágios avançados, justamente porque os sinais iniciais podem passar despercebidos. Por isso, campanhas como o Maio Vermelho são fundamentais para conscientizar a população sobre a importância do autoexame e das consultas periódicas ao dentista”, afirma.
Os sintomas iniciais costumam ser silenciosos e incluem feridas que não cicatrizam por mais de quinze dias, manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, sangramentos, rouquidão persistente, dificuldade para mastigar, engolir ou falar, além de nódulos na região do pescoço. A orientação é procurar avaliação profissional diante de qualquer alteração.
A especialista destaca que a prevenção continua sendo o principal caminho para reduzir os riscos da doença. “Cuidar da saúde bucal vai muito além da estética. A boca frequentemente apresenta sinais importantes sobre o estado geral do organismo. Consultas preventivas, abandono do cigarro, redução do consumo alcoólico e hábitos saudáveis são atitudes que podem salvar vidas”, ressalta Flávia.
Quando identificado precocemente, o câncer bucal apresenta índices significativamente maiores de sucesso terapêutico. O tratamento pode envolver cirurgia, laserterapia, radioterapia, quimioterapia e acompanhamento multidisciplinar, dependendo do estágio da lesão.
Para a cirurgiã-dentista, o Maio Vermelho reforça um alerta importante sobre autocuidado e prevenção. “A odontologia moderna conta hoje com recursos avançados para diagnóstico e acompanhamento preventivo. O mais importante é que as pessoas entendam que pequenas mudanças de hábito e revisões periódicas podem fazer toda a diferença no diagnóstico precoce e no sucesso do tratamento”, conclui.
Sobre Flávia Rabello de Mattos
Localizada há mais de 30 anos na Tijuca, no Rio de Janeiro, a clínica Centro de Reabilitação Rabello (CORR) é dirigida pela cirurgiã-dentista Flávia Rabello de Mattos e se destaca por oferecer uma abordagem integrada e personalizada em reabilitação oral.
Flávia é a primeira doutora em Implantodontia do estado do Rio de Janeiro, pós-doutorada em engenharia dos materiais pelo IME-RJ, além de mestre e doutora em odontologia.
Por que você recupera o peso sempre? Descubra o motivo
O peso baixou, a roupa entrou melhor, a autoestima deu sinal de vida. Você pensou: “agora vai”.
Mas, alguns meses depois, tudo começou a voltar. Primeiro os beliscos. Depois a culpa. Depois o peso. E, junto com ele, aquela sensação amarga de estar falhando de novo. Só que talvez você não esteja falhando. Talvez você esteja tentando resolver, com dieta, uma fome que nunca foi de comida.
A ciência já mostra que recuperar peso depois de dietas restritivas é muito mais comum do que se imagina. Isso acontece porque a maioria dos métodos olha apenas para o prato, para as calorias, para o treino, para o número na balança. Mas não olha para a mulher que come.
Não olha para a ansiedade que aparece no fim do dia.
Para o cansaço de carregar tudo sozinha.
Para a raiva engolida.
Para a solidão dentro de uma casa cheia.
Para a culpa de querer cuidar de si.
Existe uma geração inteira de mulheres que aprendeu a suportar mais do que deveria.
Mulheres criadas para cuidar, agradar, dar conta, não incomodar, não desabar.
E quando a emoção não encontra espaço para sair, muitas vezes ela encontra caminho pela comida.
A comida acalma. Distrai. Premia. Silencia. Dá colo por alguns minutos.
O problema é que, depois, vem a culpa. E a culpa faz a mulher prometer que amanhã será diferente. Amanhã começa a dieta. Amanhã corta tudo. Amanhã fecha a boca. Amanhã vira outra pessoa.
Mas amanhã chega e a dor continua lá.
Porque o que está vazio não é o estômago.
A neurociência chama isso de comer emocional. A psicologia entende como uma forma de regulação ou evitação emocional. Mas muitas mulheres chamam simplesmente de fraqueza.
E esse é um dos maiores erros.
Não é fraqueza.
É uma estratégia que um dia funcionou. Em algum momento, comer foi o jeito possível de aliviar o que você não sabia nomear. O corpo aprendeu esse caminho. E, agora, repete.
Mesmo quando você não quer mais.
Por isso, emagrecer de forma duradoura exige mais do que força de vontade. Exige consciência. Exige escuta. Exige mudar a pergunta.
Em vez de apenas:
“O que eu posso comer?”
Talvez seja hora de perguntar: “O que eu estou sentindo quando como?”
“Que vazio estou tentando preencher?”
“Que parte de mim eu venho deixando para depois?”
A dieta pode até mudar o seu peso por um tempo, mas só a mudança interna muda a sua relação com a comida, com o corpo e com você mesma.
Porque o verdadeiro emagrecimento não começa quando você declara guerra ao prato. Começa quando você para de tratar seu corpo como inimigo e começa a escutar a mulher que ele vem tentando proteger.
* Emi Moraes, terapeuta especialista em emagrecimento Comportamental.
criadora do método “Emagreça de dentro pra fora
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”
WhatsApp: (21) 99512-2170
Instagram: @euemi_moraes
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Histórias com animais e monstros ajudam crianças a lidar com medo e ansiedade, indica estudo
Pesquisa com 174 pacientes pediátricos mostra que personagens fantásticos e animais humanizados despertam mais interesse durante sessões de contação de histórias
Já se sabe que a contação de histórias apresenta resultados positivos para crianças hospitalizadas, mas será que qualquer história produz o mesmo efeito? De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, crianças internadas tendem a preferir histórias protagonizadas por animais humanizados e monstros em vez de personagens humanos.
Entre os livros mais escolhidos estavam histórias protagonizadas por personagens como ratos, elefantes, macacos e criaturas fantásticas. Já títulos cujas capas apresentavam pessoas, adultos ou crianças, foram pouco selecionados, mesmo quando os protagonistas tinham idade próxima à dos pacientes.
Entre os livros mais selecionados nas sessões de contação de histórias aparecem obras como O monstro monstruoso da caverna cavernosa, Macaco Danado, O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado e Monstro Rosa. Em comum, esses títulos apresentam personagens expressivos, envolvidos em situações lúdicas ou bem-humoradas.
Já narrativas protagonizadas por personagens humanos, como Aladim, Pinóquio ou Malasaventuras – Safadezas do Malasartes, tiveram menor interesse. Segundo os pesquisadores, a preferência por bichos e monstros pode estar associada ao caráter simbólico e imaginativo dessas figuras, que favorecem identificação, humor e distanciamento das situações reais vividas pelas crianças durante o tratamento.
De acordo com Márcia Abreu, pesquisadora da Unicamp, a tendência pode estar relacionada ao papel que narrativas fantásticas desempenham na infância, especialmente em contextos emocionalmente delicados. “Personagens não humanos permitem maior distanciamento da realidade imediata e podem ajudar as crianças a lidar com sentimentos comuns durante a hospitalização, como medo, ansiedade e sensação de isolamento”, afirma a especialista.
Para os pesquisadores, animais e monstros presentes em livros infantis costumam apresentar comportamentos humanos, como falar, expressar emoções e enfrentar desafios. Esse recurso facilita a identificação das crianças com as histórias, ao mesmo tempo em que preserva um universo imaginativo.
Segundo os especialistas, compreender as escolhas das próprias crianças pode ajudar organizações e profissionais de saúde a selecionar melhor os livros utilizados em atividades de leitura em hospitais, ampliando os benefícios emocionais dessas iniciativas.
“As preferências observadas contrastam com as escolhas feitas por adultos no mercado editorial. Enquanto nas sessões hospitalares predominam animais e criaturas fantásticas, rankings de vendas de literatura infantil na última bienal destacam obras com temas sociais ou protagonismo humano, muitas vezes selecionadas por pais, educadores ou escolas”, destaca Márcia.
Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver, ressalta a importância do estudo. “A pesquisa tem papel fundamental ao demonstrar, com base em dados, os benefícios da contação de histórias para crianças hospitalizadas. Na primeira fase do estudo, foram medidos os níveis de ocitocina, hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, e de cortisol, relacionado ao estresse, comprovando cientificamente a melhora clínica dos pacientes. Esta segunda fase nos ajuda a identificar as literaturas ideais para potencializar os benefícios promovidos pela leitura”, finaliza.
Metodologia – A pesquisa analisou as reações e escolhas de leitura de 174 crianças entre 6 e 10 anos internadas no Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas, e no Hospital da Criança da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo. Durante sessões de cerca de 30 minutos de contação de histórias, os participantes puderam escolher quais livros desejavam ouvir a partir da apresentação das capas e de um breve resumo do enredo.
Sobre a Associação Viva e Deixe Viver: Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.
A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 601 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 89 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas UOL, Pfizer, Instituto Helena Florisbal e Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
Os benefícios da Reeducação Postural Global para saúde de adultos e adolescentes
A RPG é um método fisioterapêutico manual, ativo e progressivo, voltado para a avaliação e tratamento das alterações musculoesqueléticas e posturais
Seu principal objetivo é reorganizar o alinhamento corporal por meio do alongamento global das cadeias musculares encurtadas, promovendo equilíbrio biomecânico, melhora funcional e redução da dor.
O método considera que os músculos trabalham de maneira interdependente, formando “cadeias musculares”. Assim, uma retração muscular em determinada região pode gerar compensações e sintomas em outras partes do corpo. Dessa forma, a RPG busca tratar a causa do problema e não apenas os sintomas apresentados pelo paciente.
O tratamento utiliza posturas específicas de alongamento global sustentado, associadas ao controle respiratório e à correção progressiva do alinhamento corporal. O fisioterapeuta conduz microajustes constantes durante a sessão, respeitando os limites do paciente.
A RPG é amplamente utilizada no tratamento e prevenção de disfunções musculoesqueléticas. Entre as principais indicações estão:
- • Lombalgia
- • Cervicalgia
- • Hérnia de disco
- • Escoliose
- • Hipercifose
- • Hiperlordose
- • Alterações posturais
- • Dores miofasciais
- • Encurtamentos musculares
- • Disfunções temporomandibulares
- • Lesões articulares
- • Alterações respiratórias
- • Sequelas neurológicas espásticas.
Agende uma avaliação em casa. Envie uma mensagem pelo Instagram ou Whatsapp.
Tel: (21) 97494-9566
Redes sociais:
• Tamires Silva Sessa Fisioterapeuta | Gestora do Espaço Fisio Pilates | Sócia Live Home Care.
Autismo em mulheres: diagnóstico costuma chegar apenas na vida adulta
Especialista em psicologia da UNIASSELVI explica como fatores sociais e comportamentais como pressão e adaptação do ambiente no entorno, contribuem para o subdiagnóstico, gerando consequências para vida adulta
No Brasil, onde se estima que a população com TEA possa chegar a 2 milhões de pessoas de acordo com último levantamento da Agência IBGE. Esse cenário de subdiagnóstico feminino tem se agravado de forma remanescente. O problema é que fatores sociais e comportamentais, como a pressão para que meninas sejam mais quietas e sociáveis, criam uma cortina de fumaça que esconde os sinais, levando a uma vida inteira de dificuldades não diagnosticadas, como ansiedade e depressão.
De acordo com a professora de psicologia da UNIASSELVI, Gabriela Inthurn, a explicação para essa lacuna está na forma como os traços autistas se manifestam socialmente no público feminino. “O grande desafio no diagnóstico feminino é que ele é frequentemente mais sutil e camuflado por um enorme esforço de adaptação social, conhecido como ‘masking’. Muitas mulheres aprendem a imitar comportamentos para se encaixar, o que mascara os traços clássicos do autismo e engana até mesmo avaliadores menos experientes”, pontua a especialista.
Esse fenômeno, portanto, é um dos principais responsáveis por uma legião de mulheres que chegam à vida adulta sem respostas. Já o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, aponta que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é diagnosticado de três a quatro vezes mais no sexo masculino do que no feminino. Essa disparidade ocorre mesmo que os critérios diagnósticos, ou seja, os sinais observados e os sintomas informados pela pessoa, sejam os mesmos para todos os gêneros, e que o diagnóstico em mulheres tende a ser mais tardio.
O peso do “masking”
Desde cedo, meninas no espectro aprendem a observar e imitar comportamentos neurotípicos para se encaixarem, tornando-se verdadeiras “atrizes sociais”. Esse processo, muitas vezes inconsciente, envolve um conjunto de estratégias exaustivas: forçar o contato visual mesmo que seja desconfortável, ensaiar conversas mentalmente, suprimir movimentos repetitivos (stims) e imitar expressões faciais de colegas. Embora seja uma tática de sobrevivência para evitar o isolamento e o preconceito, essa performance constante desconecta a mulher de sua identidade autêntica e drena sua energia mental e emocional.
“O masking é a tentativa da pessoa autista, especialmente as mulheres, de mascarar os comportamentos autistas. É um conjunto de estratégias que a pessoa utiliza para tentar ocultar ou minimizar comportamentos do transtorno, muitas vezes para evitar julgamentos, e isso pode dificultar o diagnóstico”, pontua Gabriela.
Sinais sutis e os impactos na saúde mental
Uma das razões para essa dificuldade no diagnóstico está na natureza dos interesses restritos, ou hiperfocos. Enquanto em meninos é comum o foco em temas como dinossauros ou meios de transporte, em meninas, esses interesses podem se voltar para assuntos considerados mais “comuns”, como literatura, artes ou animais, passando despercebidos.
O esforço contínuo para se adaptar, somado à falta de um diagnóstico que explique suas dificuldades, tem um custo elevado para a saúde mental. “Um diagnóstico tardio traz prejuízos, independente do gênero, porque em muitos casos a intervenção só acontece após o diagnóstico. A importância da intervenção precoce é sempre comentada na literatura, e quando ela não ocorre pode trazer prejuízo na aprendizagem, nos relacionamentos, na vida profissional do adulto e principalmente na autoestima”, explica a professora.
Diagnóstico e seus desafios
O modelo de diagnóstico do autismo foi, por muito tempo, construído a partir de um protótipo masculino. Como consequência, muitos profissionais de saúde não foram treinados para reconhecer as manifestações mais internalizadas ou socialmente camufladas do transtorno em meninas e mulheres. Com isso, os sinais que não se encaixam no estereótipo clássico são frequentemente descartados ou atribuídos a outras condições, como ansiedade, depressão ou transtorno de personalidade, reforçando o ciclo do subdiagnóstico.
“Na história do próprio transtorno, os conhecimentos e critérios de diagnóstico estiveram sempre baseados no gênero masculino, que era aquele mais prevalente, levando para que muitos sinais e sintomas sejam ainda baseados no comportamento conhecido como masculino”, afirma a psicóloga.
Como buscar ajuda
A jornada para o diagnóstico em mulheres adultas geralmente começa com a autoidentificação, muitas vezes impulsionada por relatos e conteúdo em redes sociais. Embora esse movimento de reconhecimento seja um passo inicial importante e validador, a etapa seguinte é crucial: buscar uma avaliação clínica estruturada. O objetivo vai além de confirmar um rótulo; um profissional especializado poderá fazer o diagnóstico diferencial, ou seja, distinguir o TEA de outras condições com sintomas sobrepostos, como TDAH ou transtornos de ansiedade e, principalmente, traçar um plano de suporte terapêutico personalizado.
“O diagnóstico de autismo pode ser realizado por um psicólogo ou médico. É recomendado que, ao suspeitar, o adulto ou os pais (no caso de crianças) procurem um profissional da Psicologia para realizar uma avaliação. É importante ressaltar que não existe autodiagnóstico em saúde mental, é preciso que a pessoa passe por uma avaliação de um profissional qualificado”, finaliza a professora.
Sobre a UNIASSELVI
A UNIASSELVI é uma das maiores instituições de ensino superior do Brasil, com mais de 500 cursos entre Graduação, Pós-Graduação, Técnicos e Profissionalizantes, ofertados nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD). Presente em todos os estados brasileiros, conta com mais de 1,3 mil polos e 16 unidades presenciais. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional com nota máxima no Recredenciamento Institucional concedido pelo Ministério da Educação (MEC).
Facilitadora comportamental mostra os 5 passos para você ter uma vida mais abundante
Viver com abundância é muito mais do que conquistar bens materiais — é um estado de consciência. É sobre reconhecer seu próprio valor, abrir-se para o novo e permitir-se viver sob a sua ótica, sem interferências, crenças ou conceitos construídos por outras circunstâncias de sua vida.
E é exatamente essa clareza que trago para as pessoas em meu atendimento como facilitadora comportamental. Facilitar um comportamento é sobre ampliar a visão em relação a tudo aquilo que te bloqueia, tudo aquilo que te prende a um padrão e que você precisa ressignificar para poder viver sua verdadeira essência, ser genuíno com seus desejos mais íntimos e com isso alcançar uma vida mais abundante de acordo com o que significar abundância para você.
Com base na minha experiência, reuni um roteiro de cinco passos práticos para quem deseja abrir espaço para o novo, liberar bloqueios e construir uma vida verdadeiramente abundante:
1º – Questione: sabe aquela voz interna que diz: “isso não é para mim, não sou capaz”. Pare e pergunte: de onde vem essa certeza? Quem me ensinou isso?
2º – Permita: deixe as respostas emergirem sem resistência. Observe as frases que marcaram sua infância ou juventude — “a vida é difícil”, “não dá para ter tudo”.
3º – Liberte: visualize essas lembranças e devolva o que não te pertence. Agradeça pelos aprendizados e imagine entregando-os de volta, dizendo: “Isso é seu, não meu.”
4º – Construa: defina o que é abundância para você. É saúde? Tempo livre? Sucesso profissional? Liste e detalhe cada aspecto. Como seria sua vida mais abundante?
5º – Tome posse: ao acordar, leia sua lista sobre o que é abundância para você e afirme: eu mereço. Eu posso. Eu sou. Com esses 5 passos você fará uma reprogramação em seu cérebro e por consequência em sua frequência vibracional.
Desta forma conseguirá manter seu foco e seu direcionamento para uma vida mais abundante. Lembre-se, reprogramar seu cérebro é reconhecer e se libertar de crenças que te limitam. É abrir espaço para a expansão em sua vida. É um ato de coragem e amor-próprio.
Quer realizar essa mudança em sua vida? Agende sua sessão comigo.
* Helô Minetto, facilitadora comportamental. Atendimentos presenciais no Recreio e na Barra da Tijuca Consultas online para todo o Brasil
WhatsApp: (11) 97116-5199
Instagram: @helominetto_facilitadora
Como o esporte contribui no desenvolvimento de crianças com autismo?
Especialista do IBMR destaca impactos positivos na coordenação motora, no comportamento e nas relações sociais
A prática de atividades físicas na infância vai muito além do lazer: ela é parte fundamental do desenvolvimento. No caso de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o esporte pode ser um importante aliado no avanço de habilidades motoras, na autorregulação e na socialização.
Segundo o Dr. Estêvão Monteiro, professor de Educação Física do IBMR, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o movimento desempenha um papel central no crescimento infantil.
“A atividade física não é um detalhe na infância; ela é parte do próprio desenvolvimento. Para qualquer criança, o movimento favorece saúde cardiovascular, força, ossos, sono, cognição, humor e aprendizagem. No caso das crianças com TEA, há benefícios particularmente relevantes em habilidades motoras, comportamento, autorregulação e participação nas atividades do dia a dia”, explica.
Além dos ganhos físicos, o esporte também se destaca como uma ferramenta importante para a socialização. A vivência em atividades coletivas cria oportunidades de interação, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicativas.
“O esporte cria algo muito valioso: situações reais e repetidas de convivência. A criança aprende a esperar a vez, compartilhar espaço, seguir regras, observar o outro, responder a sinais, cooperar, lidar com pequenos erros e comemorar conquistas. Ou seja, a socialização deixa de ser uma ideia abstrata e vira prática corporal concreta”, afirma o professor.
Embora não exista uma modalidade ideal para todas as crianças com TEA, diferentes atividades podem trazer bons resultados, desde esportes coletivos até práticas como natação, dança, artes marciais e equoterapia.
O mais importante, segundo o especialista, é respeitar o perfil individual de cada criança. A escolha da atividade deve levar em conta fatores como nível de coordenação motora, perfil sensorial, forma de comunicação, interesses da criança e, principalmente, a possibilidade de adesão. Mais do que definir qual esporte é o melhor, é essencial avaliar em qual contexto essa criança consegue participar, evoluir e se sentir pertencente.
Para garantir uma prática segura e inclusiva, adaptações no ambiente e na condução das atividades são essenciais. Entre as recomendações estão o uso de instruções claras, apoio visual, rotinas previsíveis e progressão gradual dos exercícios.
“A palavra-chave é individualização. Inclusão de verdade não é só deixar entrar; é garantir que a criança participe, aprenda e permaneça. É preciso ajustar o ambiente, a comunicação e a progressão da atividade, respeitando o tempo e as necessidades de cada criança”, reforça.
Endolaser: uma nova abordagem para o bioestímulo térmico na formação de colágeno e rejuvenescimento facial
Dra. Andrea Peres é cirurgiã-dentista, com especialização em Implantodontia e Harmonização Orofacial e tem mais de 30 cursos na área da harmonização
Além disso, fez curso internacional de anatomia em cadáveres frescos no MARC Institute e é professora assistente do curso de Atualização em Cirurgias estéticas da face do IAT (Instituto Andréa Tedesco).
Desde 2023, ela utiliza em sua clínica, o Studio Nova Estética Orofacial, o Endolaser, um procedimento até então inovador que usa uma técnica de aplicação de laser intradérmico de Diodo, onde através de uma fibra óptica, estimula a produção de colágeno e promove emagrecimento facial (lipólise de gordura).
Além disso é um excelente tratamento para cicatrizes de acne, bolsas infraorbitarias, redução de rugas estáticas, código de barras, entre outras funções e benefícios.
O procedimento é realizado em consultório, com anestesia local e sem dor. O planejamento e resultado são individuais e, dependendo do caso, é necessário mais de uma sessão.
O endolaser é considerado uma técnica moderna e revolucionária, popularizando-se como alternativa “sem cortes” a lipoaspiração e ao lifting cirúrgico. Embora o uso em varizes já exista, sua aplicação em estética facial e corporal para gordura e flacidez se tornou uma das maiores tendências atuais, focando em resultados rápidos.
Para quem quiser conhecer melhor o trabalho dela, o Studio Nova Estética Orofacial fica na Av. das Américas, 18.000, sala 318 C, no Recreio dos Bandeirantes. Marque um horário pelo (21) 96427-5647 ou pelo @studionova.orofacial.
Quando a estética ultrapassa os limites da Odontologia
A recente decisão do Conselho Federal de Odontologia de reconhecer a Cirurgia Estética Orofacial como nova especialidade, por meio da Resolução CFO nº 286/2026, amplia de forma preocupante o campo de atuação dos cirurgiões-dentistas e reacende um debate delicado sobre limites técnicos, segurança e responsabilidade profissional
Com a norma, procedimentos estético-faciais que até pouco tempo estavam fora da prática odontológica tradicional passam a ser formalmente incorporados ao exercício da profissão. A mudança inclui intervenções de maior complexidade na face, deslocando a odontologia para uma zona de atuação cada vez mais próxima da cirurgia estética.
O argumento do Conselho Federal de Odontologia é o de que o domínio anatômico da região de cabeça e pescoço habilita o dentista a avançar nesse território. De fato, a formação odontológica oferece conhecimento anatômico facial. Mas conhecimento anatômico, isoladamente, não substitui formação cirúrgica ampla, experiência hospitalar, manejo de complicações sistêmicas e preparo para intercorrências que podem surgir em procedimentos invasivos.
A face não é apenas um território anatômico: é uma área de elevada complexidade funcional, vascular e estética, onde qualquer intervenção exige avaliação rigorosa, indicação precisa e retaguarda adequada. Em procedimentos cirúrgicos, a margem para erro é mínima e o impacto de uma complicação pode ser irreversível. Ao permitir intervenções cirúrgicas que envolvem estruturas ósseas, nervosas, cartilaginosas, vasos sanguíneos e risco anestésico, a norma ultrapassa limites de segurança.
A formação médica inclui anos de treinamento hospitalar, residência, vivência cirúrgica supervisionada e preparo para enfrentar urgências. Ainda assim, podem surgir problemas. Imagine o risco que o paciente passa ao fazer um procedimento estético com quem não tem formação específica.
Um levantamento do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) mostrou que o número de ocorrências envolvendo profissionais não médicos vem aumentando. Em 2024 foram 248 queixas, no ano passado 472 – um aumento de 90,3%. Por isso, é preciso ter cautela. Quando o critério técnico cede espaço à pressão corporativa, a conta chega ao paciente
* Antonio José Gonçalves é professor de Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Santa Casa de São Paulo e presidente da Associação Paulista de Medicina (APM)
Cirurgia reparadora: o plano de saúde deve custear o procedimento
A cobertura não se limita ao paciente pós-bariátrico e deve ser analisada à luz da finalidade terapêutica da cirurgia, e não do rótulo estético atribuído pela operadora
Ainda é recorrente, no âmbito da saúde suplementar, a negativa de cobertura de cirurgias reparadoras indicadas a pacientes que, após expressiva perda de peso, passam a conviver com excesso de pele, limitações funcionais e complicações clínicas relevantes. Em muitos desses casos, a operadora do plano de saúde busca afastar sua responsabilidade sob o argumento genérico de que se trata de procedimento meramente estético.
A controvérsia, contudo, exige análise mais técnica e juridicamente cuidadosa, sobretudo porque nem toda cirurgia plástica possui finalidade cosmética. Quando o procedimento se destina à correção de sequelas físicas e funcionais decorrentes da grande perda ponderal, sua natureza deixa de ser estética e passa a ser reparadora, integrando o próprio processo terapêutico.
A Lei 9.656/98 fornece importante base normativa para essa compreensão. O art. 35-F estabelece que a assistência à saúde compreende todas as ações necessárias à prevenção da doença e à recuperação, manutenção e reabilitação da saúde. A leitura sistemática desse dispositivo não autoriza interpretação fragmentada do tratamento, como se a operadora pudesse custear apenas a etapa inicial e excluir, posteriormente, medidas indispensáveis à efetiva recuperação do paciente.
No julgamento do Tema 1.069, sob o rito dos recursos repetitivos, o Superior Tribunal de Justiça fixou a tese de que é de cobertura obrigatória pelos planos de saúde a cirurgia plástica de caráter reparador ou funcional indicada pelo médico assistente em paciente pós-cirurgia bariátrica, por se tratar de parte decorrente do tratamento da obesidade mórbida.
Na mesma oportunidade, o STJ também assentou que, havendo dúvida justificável e razoável quanto ao caráter eminentemente estético da cirurgia indicada, a operadora poderá instaurar junta médica para dirimir a divergência técnico-assistencial, às suas expensas, sem prejuízo do direito de ação do beneficiário e sem vinculação do julgador a eventual parecer desfavorável.
Não podemos deixar de mencionar que o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro editou a Sumula 258, a qual dispõe que:
Sumula n. 258, TJ-RJ: A cirurgia plástica, para retirada do excesso de tecido epitelial, posterior ao procedimento bariátrico, constitui etapa do tratamento da obesidade mórbida e tem caráter reparador.
A cirurgia reparadora possui a finalidade clínica de corrigir excesso de pele causador de dermatites, candidíase de repetição, infecções, odor fétido, hérnias, dificuldade de higienização, dor ou limitação funcional. Assim, não há espaço para classificação simplista e unilateral por parte da operadora.
É preciso registrar, entretanto, uma distinção técnica relevante. O Tema 1.069 do STJ cuida especificamente do paciente pós-cirurgia bariátrica. Portanto, sua incidência literal está vinculada a esse contexto fático. Isso, porém, não significa que a cirurgia reparadora somente possa ser custeada quando houver bariátrica anterior. Significa apenas que, fora dessa hipótese, a fundamentação jurídica da pretensão dependerá de demonstração ainda mais clara da natureza reparadora ou funcional do procedimento, da indicação médica fundamentada e das repercussões clínicas efetivamente suportadas pelo paciente. A ausência de bariátrica prévia não elimina, por si só, o dever de cobertura.
Nesse ponto, a regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar é expressiva. A ANS prevê cobertura obrigatória de abdominoplastia em casos de pacientes que apresentem abdome em avental decorrente de grande perda ponderal, seja em consequência de tratamento clínico para obesidade mórbida, seja após cirurgia de redução de estômago. A diretriz ainda relaciona complicações clínicas que reforçam o caráter reparador do procedimento, como candidíase de repetição, infecções bacterianas decorrentes de escoriações por atrito, odor fétido e hérnias.
Trata-se de elemento normativo particularmente importante, porque afasta a falsa premissa de que somente o paciente submetido à bariátrica poderia pleitear cobertura de cirurgia reparadora após grande emagrecimento.
Imperioso ressaltar que a robustez da documentação médica é determinante para o êxito da pretensão. Relatórios clínicos detalhados, descrição minuciosa das complicações decorrentes do excesso de pele, fotografias, laudos dermatológicos, pareceres especializados e registro do histórico de tratamento da obesidade reforçam a demonstração de que a cirurgia pretendida não se volta ao aprimoramento estético, mas à efetiva reabilitação do paciente.
A conclusão, portanto, é objetiva. A cirurgia reparadora após grande perda de peso pode, sim, ser custeada pelo plano de saúde mesmo quando o paciente não foi submetido à cirurgia bariátrica, desde que se demonstre a presença de indicação médica idônea, finalidade reparadora ou funcional e repercussões clínicas concretas.
Em um cenário no qual ainda persistem negativas padronizadas e, não raro, dissociadas da realidade clínica do beneficiário, impõe-se reafirmar que o contrato de plano de saúde não pode ser interpretado de forma restritiva a ponto de frustrar a própria finalidade assistencial que o justifica.
Sempre que a cirurgia plástica representar etapa necessária à recuperação funcional, à reabilitação física e à superação de sequelas relevantes decorrentes da obesidade e da grande perda ponderal, sua cobertura deve ser reconhecida à luz da finalidade terapêutica do tratamento e da proteção jurídica da saúde do consumidor.
* Por Carla Sales Pinto, advogada, pós-graduada em Direito da Saúde e Direito Médico.
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