Máscara de arroz funciona? O que você precisa saber antes de testar a trend
Por Maximino Brügger Perez
07.03.2026 às 16h26m
Febre nas redes sociais, o ingrediente milenar do skincare asiático promete luminosidade e firmeza. Aqui, explicamos os efeitos do arroz na pele
Depois do café e do mel, a máscara de arroz é a nova queridinha do skincare. Embora tenha viralizado recentemente nas redes, acumulando milhões de visualizações, o ingrediente — especialmente na forma de água fermentada — é utilizado há séculos em rituais de beleza na Coreia do Sul e no Japão que buscam trazer luminosidade e uniformidade para a pele.
“Estudos em laboratório indicam que extratos de arroz fermentado e de arrozes coloridos, como o vermelho e o preto, ajudam a hidratar, fortalecer a barreira cutânea e estimular substâncias ligadas à firmeza e elasticidade, além de apresentarem ação antioxidante e anti-inflamatória”, explica a dermatologista Caroline Benevides Farkas.
Quando formulada como dermocosmético e combinada a outros ativos, a máscara de arroz pode contribuir para melhorar a oleosidade, manchas leves e textura. O efeito, porém, é gradual e não substitui tratamentos dermatológicos em quadros mais intensos.
Receitas caseiras são seguras?
As versões caseiras exigem cautela: apesar de deixarem a pele macia, o efeito tende a ser mais leve, irregular e menos previsível que o de um dermocosmético formulado. “Nos produtos prontos, o processo é padronizado e testado, com pH adequado, estabilidade e menor risco de irritação ou contaminação. Já a versão caseira não oferece controle de concentração, higiene ou estabilidade”, afirma.
E segundo a especialista, mesmo ingredientes naturais podem causar vermelhidão, ardor ou descamação — especialmente se permanecerem tempo excessivo na pele ou forem aplicados com fricção, sem contar que misturas armazenadas por vários dias podem favorecer a proliferação de fungos e bactérias, aumentando o risco de inflamações e infecções.
Quem deve evitar?
Apesar de relativamente seguro, seu uso não é indicado para pessoas com pele sensível ou reativa, rosácea, histórico de alergia a arroz ou derivados, dermatite atópica ou de contato ativa, psoríase e eczema em crise. Pele com feridas abertas, queimaduras ou muito irritada também deve ficar longe da aplicação da máscara.
Fonte; Marie Claire
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